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Você descreve as tarefas, o local, quanto tempo passa perto da fonte de risco e se isso acontece todos os dias ou só de vez em quando.
Abastecimento de combustível, rede elétrica, vigilância patrimonial ou trabalho sobre moto. Atividades de risco acentuado dão direito a 30% sobre o salário-base, e a exposição é verificada em perícia. Presencial e online.
O art. 193 da CLT considera perigosas as atividades com exposição permanente a inflamáveis, explosivos, energia elétrica, roubos ou violência na segurança patrimonial e o trabalho em motocicleta. A regulamentação está na NR-16.

Você descreve as tarefas, o local, quanto tempo passa perto da fonte de risco e se isso acontece todos os dias ou só de vez em quando.

Holerites, PPP, ordens de serviço, escalas, fotos do local, registro de uso de moto ou de acesso a áreas de risco e nomes de colegas.

O Dr. José Orlando explica se a exposição tende a ser enquadrada como permanente ou intermitente, como é a perícia e o que pode ser cobrado com reflexos.
Na periculosidade, o que se discute é a exposição: onde, quanto tempo e com que frequência.
Advogado inscrito na OAB/PR 60.244, com 15 anos de atuação exclusiva em Direito do Trabalho, do lado do trabalhador. Nos pedidos de periculosidade, a análise mapeia a rotina real da função, porque a diferença entre exposição eventual e intermitente decide o direito.
O atendimento é presencial no Centro de União da Vitória e online para todo o Brasil, o que ajuda quem está afastado e não consegue se deslocar. A primeira conversa costuma começar pelo WhatsApp, com fotos dos documentos que você já tem.
Escritório no Centro de União da Vitória e atendimento online, para quem trabalha em escala ou fora da cidade.
30% sobre o salário-base, sem os acréscimos de gratificações, prêmios ou participação nos lucros (art. 193, § 1º, da CLT). Para eletricitários contratados antes de 2012 há regra própria. O adicional habitual reflete em férias, 13º, horas extras e FGTS.
Quem trabalha com exposição permanente a inflamáveis, explosivos ou energia elétrica, quem atua em segurança pessoal ou patrimonial exposto a roubos e violência, e quem trabalha com motocicleta, nos termos do art. 193 da CLT e da NR-16.
Depende. A Súmula 364 do TST reconhece o adicional na exposição permanente ou intermitente e o afasta quando o contato é eventual ou, sendo habitual, dura tempo extremamente reduzido. A perícia costuma avaliar a rotina.
A Lei 12.997/2014 incluiu as atividades em motocicleta no art. 193, § 4º, da CLT. A aplicação passou por discussões sobre a regulamentação, então vale analisar a função e o período trabalhado.
Não. A CLT prevê a escolha de um dos dois adicionais (art. 193, § 2º), entendimento confirmado pelo TST em recursos repetitivos. A análise compara qual é mais vantajoso no seu caso.
Em regra, sim: o art. 195 da CLT exige perícia quando o adicional é pedido na Justiça. Quando a empresa já pagava o adicional, mesmo sem laudo, a Súmula 453 do TST dispensa a perícia.
Quem trabalha com risco acentuado às vezes também convive com insalubridade ou sofre acidente no serviço. Se o seu caso for outro, o escritório atende toda a área de Direito do Trabalho: conte a situação no WhatsApp.
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CAT, afastamento, estabilidade e reparação quando a empresa tem responsabilidade, inclusive doença ocupacional, LER/DORT e adicionais.
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Para quem quer sair sem perder os direitos
Quando a empresa atrasa salário, não deposita FGTS ou não paga verbas e horas extras. Dá para sair com os direitos da dispensa sem justa causa.
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Sem registro, PJ ou salário por fora
Quem trabalhou sem registro, como PJ ou com salário por fora pode pedir o reconhecimento e cobrar FGTS, férias, 13º e os demais direitos do período.
Saiba maisA descrição das tarefas já basta para a primeira conversa. Atendimento presencial em União da Vitória e online para todo o Brasil.
Conversar com o Dr. José Orlando